Clube de Colecionadores

Apresentação

A oportunidade de iniciar ou ampliar sua coleção com obras de importantes artistas brasileiros e a seleção do Museu de Arte Moderna. Limitada a 100 exemplares titulados, assinados e datados, as edições são acompanhadas do certificado de autenticidade. O Clube não realiza a venda das obras em separado.

Clube de Colecionadores 5
(2013) Vendas abertas a partir de 10 de dezembro de 2013.
Raul Mourão, Cabelo, Tatiana Blass, Eduardo Coimbra e Eduardo Berliner.
Valor 10 x R$430 ou R$3.900 à vista. (R$ 3.440,00 à vista para amigos do MAM exceto amigo-estudante)

Clube de Colecionadores 4
(2011) ESGOTADO
Angelo Venosa, Carla Guagliardi, Carlos Vergara, Cristina Canale e Elisa Bracher.
Valor 10 x R$350 ou R$3.150 à vista

Clube de Colecionadores 3
(2008) ESGOTADO
Ivan Cardoso, José Bechara, Luiz Alphonsus, Paula Trope e Vicente de Mello.
Valor 10 x R$250 ou R$2.250 à vista.

Clube de Colecionadores 2
(2005) ESGOTADO
Adriana Varejão, Artur Barrio, Caetano de Almeida, José Damasceno e Marepe.
Valor 10 x R$200 ou R$1.800 à vista.

Clube de Colecionadores 1
(2004) ESGOTADO
Brígida Baltar, Marcos Chaves, Rochelle Costi, Rosângela Rennó e Vik Muniz.
Valor 10 x R$200 ou R$1.800 à vista.

atendimento@mamrio.org.br

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Clube 3

Ivan Cardoso
Rio de Janeiro RJ, 1952

Uma vitrine para Man Ray, 1997 (Roma), fotografia. Impressão em preto e branco em papel fibra-mate Ilford Multigrade peso duplo, com tratamento de preservação a base de sépia (retocadas manualmente com tinta Spotone). 59,8 x 40cm.

Inventor do “terrir”, gênero do cinema que mistura a tradição cômica brasileira com o filme B americano. É responsável por incontáveis capas de livros e discos, entre eles: Fa-tal, 1972 de Gal Costa, Araçá Azul, 1973 de Caetano Veloso, Me segura que eu vou dar um troço, 1972 de Waly Salomão e Xadrez de Estrelas, 1976 de Haroldo de Campos. Suas fotos, ainda, ilustram as publicações Pólen, Através e Navilouca. A partir de 1970, filma seus primeiros Super-8 Branco, tu és meu e Piratas do sexo voltam a matar. Em 1975, participa do VII Salão de Verão no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1979, filma o curta-metragem HO, sobre o artista Hélio Oiticica. Em 1981, realiza sua primeira individual Quotidianas Kodak, apresentando fotos e filmes na galeria Saramenha, Rio de Janeiro. Em 1992, participa da mostra A Caminho de Niterói, Paço Imperial, reunindo parte da coleção João Satamini. Em 2006, participa da XXVII Bienal de São Paulo. Em 2007, realiza a exposição Fotoivangrafias no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

 

Vicente de Mello
São Paulo SP, 1967

Trombone Cósmico, série Galáctica, 2000, fotografia, ampliação em preto e branco em papel fibra lustro Ilford Multigrade peso duplo, com tratamento de preservação a base de selênio, retocadas manualmente com tinta Spotone, 57,8 x 37,9cm.

Publicitário de formação, especializou-se em História da Arte e Arquitetura no Brasil, pela PUC-Rio. No final dos anos 80, trabalha no Instituto Nacional de Fotografia e no Departamento de Fotografia do l. No início dos anos 90, é assistente de Reynaldo Roels na curadoria das mostras Desenho moderno no Brasil, Anos 60 e 70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, e A aventura modernista, ambas realizadas no l e no Sesi/SP. Em 1994, realiza a individual Topografia imaginária, no Centro Cultural São Paulo. De 1993 a 1998, torna-se o fotógrafo responsável pelo setor de documentação fotográfica do acervo das exposições do l – Coleção Gilberto Chateaubriand. Em 2001, realiza a individual Vermelhos telúricos, CCBB, Rio de Janeiro e Noite americana, Galeria Canvas, Porto, Portugal. Em 2006, realiza a individual moiré.galáctica.bestiário, no Oi Futuro, Rio de Janeiro.

 

Luiz Alphonsus
Belo Horizonte MG, 1948

Corte em uma montanha, 1971/2008, fotografia. Impressão em papel fotográfico fosco, 60 x 45cm.

Muda-se para o Rio de Janeiro quando criança e vai para Brasília em 1961, quando dá início a sua carreira artística. Na sua volta ao Rio, juntamente com Cildo Meireles, Guilherme Vaz, participa da Área Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. A vivência entre a antiga e a nova capital influencia suas obras, que flutuam entre Rio de Janeiro, que seria o cosmo, e Brasília, o cósmico. Em 1969, integra o Salão da Bússola no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1970, participa da XI Bienal de São Paulo com a instalação Dedicado à paisagem do nosso planeta, recebendo o prêmio de pesquisa. Realiza, em 1977, a individual Coração 7/7/77 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1975, participa da IX Bienal de Paris com o Super-8 Rio de Janeiro – Brasil e Natureza 1973, obra em audiovisual. Em 1991, realiza a instalação O observador e o passante no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, posteriormente, a remonta na exposição Luiz Alphonsus 2005 I 1974 – 31 anos na coleção Gilberto Chateaubriand – Entre o Cósmico e a Cosmos Polis.

 

José Bechara
Rio de Janeiro RJ, 1957

Vazio de Pernas para o Ar, 2007/2008, serigrafia em papel Quest Black216g/m2. 64 x 82cm.

Inicia sua produção no final dos anos 80, e atua desde então no campo da pintura. Desenvolve sua linguagem na utilização diversificada de métodos e materiais, permitindo novas experiências no campo pictórico. No lugar da tela branca, utiliza lonas marcadas por mercadorias, estradas, acidentes e práticas de um universo bem distante do tradicional ofício de pintor. Em 1999, participa da coletiva Anos 90 no Paço Imperial, Rio de Janeiro. Em 2002, participa da XXV Bienal Internacional de São Paulo e Caminhos do Contemporâneo, Paço Imperial, Rio de Janeiro. Em 2005, participa da V Bienal do Mercosul, Porto Alegre. Em 2005, apresenta o projeto A Casa no XXIX Panorama da Arte Brasileira, MAM SP, São Paulo. Possui obras integrando coleções privadas e públicas, a exemplo da coleção Gilberto Chateaubriand MAM, João Satamini MAC-Nit, Culturgest, Lisboa, Portugal, coleção Ella Fontanall Cisneros, Miami, Florida, entre outros.

 

Paula Trope
Rio de Janeiro RJ, 1962

Falo, 2007/2008, impressão sobre papel (grease print), impressão giclée sobre papel de algodão smooth, 50 x 60cm.

Formada em cinema pela Universidade Federal Fluminense e Mestre em Técnicas e Poéticas em Imagem e Som pela Universidade de São Paulo. É professora de Fotografia e Artes, tendo feito parte do corpo docente de diversas instituições, como na EAV-Parque Lage, Rio de Janeiro (1986/1996), onde coordenou o Núcleo de Imagem Técnica; nas Oficinas Culturais Oswald de Andrade, São Paulo(1996 e 1992); no Departamento de Design Gráfico e de Fotografia da Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro (1999/2001); no Centro Cultural da Uerj (2001/2002); no Ateliê da Imagem, Rio de Janeiro (2002); no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, 2003; Museu Vale do Rio Doce, Vila Velha (2005). Desde 2002 oferece cursos livres em seu ateliê. Obteve premiação no Panorama da Arte Brasileira em 1995, no V Programa de Bolsas RioArte em 2000 e no Prêmio CNI-Sesi Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas em 2004. Participa de exposições no Brasil e no exterior desde os anos 90, como A Espessura da Luz – Fotografia Brasileira Contemporânea, Frankfurt, 1994; VI Bienal de Havana, 1997; Versiones del Sur: Más Allá del Documento – Centro de Arte Reina Sofia, Madri, 2001; 27ª Bienal de Arte de São Paulo; 2006 e 52ª Biennale di Venezia – Arsenale, Veneza, 2007. Em seu trabalho, assume postura crítica em relação à própria câmera e à prática artística, considerando as características técnicas, formais e institucionais envolvidas.

Edição esgotada.

 

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Clube 4

Angelo Venosa
São Paulo, SP, 1954

Siamesas, 2011, aço inoxidável 304 escovado, 19,4 x 30,1cm

Graduado em desenho industrial pela ESDI, frequentou o ateliê livre de pintura do Parque Lage. Iniciou sua produção artística através da pintura e, posteriormente, estabeleceu-se na produção escultórica. Entre 1984 e 1990 foi integrante do Ateliê da Lapa. Participou da XIX Bienal de São Paulo e do VII ao X Salão Nacional de Artes Plásticas (Rio de Janeiro), durante a década de 80. Nesta época, suas esculturas associavam materiais naturais e industrializados. A partir da década seguinte, elas passaram a revelar semelhanças com estruturas anatômicas, como vértebras e ossos. Suas obras já estiveram expostas na Venezuela, República Dominicana, Portugal, Suécia, França e Itália. Neste último país, em 1993, participou da 45ª. Bienal de Veneza.

 
Carla Guagliardi
Rio de Janeiro, RJ, 1956

Mais do que cheia, 2006, vidro, balão de látex vermelho, ar e tempo. vidro 29 x 13 ø cm, balão inflado 20 x 20 ø cm (aproximadamente), conjunto 49 x 20 x ø cm (aproximadamente).

Estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro), especializou-se em História da Arte e Arquitetura no Brasil, pela PUC-Rio, e foi membro do grupo VISORAMA, organizador de seminários e debates sobre arte contemporânea. Desde meados da década de 90, mora em Berlim e no Rio de Janeiro. Sua produção é marcada pelo experimentalismo e pelo uso de materiais tais como: vidro, água, látex,plástico, madeira, ferro, cobre, ar e tempo. Participou de inúmeras mostras coletivas em diferentes países – Brasil, Alemanha, Espanha, Reino Unido, Índia e Áustria e EUA. Entre suas exposições individuais destacam-se: Instalação, no Espaço Cultural Sérgio Porto (Rio de Janeiro, 1991), Nada do que não era antes, na künstlerhaus Bethanien (Berlim, 1999) e no Paço Imperial (Rio de Janeiro, 2000), Schwerelos, na Haus am Waldsee (Berlim, 2009) e O lugar do ar, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2009) e no Centro Universitário Maria Antonia (São Paulo, 2010).

 
Carlos Vergara
Santa Maria, RS, 1941

Piso de Missões, 2011, impressão jato de tinta sobre placa de poliestireno de 1,5mm. 38 x 38cm

Residindo no Rio de Janeiro desde 1954, participou, em 1963, da VII Bienal de São Paulo com trabalho de artesanato de jóias. Neste mesmo ano, iniciou seus estudos artísticos com Iberê Camargo. Esteve presente nas exposições Opinião 65 e Opinião 66, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1965 e 1966). Participou e colaborou na organização da mostra Nova Objetividade Brasileira, em 1967. Ainda nesta data, foi contemplado com o prêmio Itamaraty na IX Bienal de São Paulo. Na década de 70, seu trabalho se voltou para o carnaval, culminando, em 1980, no desenho de 20 metros de comprimento que expões na 39ª Bienal de Veneza. Nome importante da Nova Figuração, participou de inúmeros salões e exposições coletivas. Vergara realiza exposições individuais desde a década de 60 – Galeria Art Art (São Paulo) e Petit Galerie (Rio de Janeiro) – até os dias atuais, das quais destaca-se a mostra Carlos Vergara: a dimensão gráfica / uma outra energia silenciosa, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2009).

 
Cristina Canale
Rio de Janeiro, RJ, 1961

Maré, 2011
impressão giclée (ultrachrome k3) em papel edition etching rag canson (100% algodão) 310g, com interferências da artista. 50 x 60cm.

Estudou desenho e pintura, de 1980 a 1983, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro) tendo integrado a famosa exposição de 1984 – Como vai você, geração 80? Mudou-se para Alemanha, em 1993, onde recebeu a bolsa de ateliê-residência no Castelo de Wiepersdorf. Estudou na Academia de Artes de Düsseldorf, sob orientação do artista conceitual holandês Jan Dibbets. Em 1991, participou na mostra Viva Brasil Viva, na Suécia, e da XXI Bienal de São Paulo. Suas obras estiveram presentes na exposição Um século de arte brasileira – coleção Gilberto Chateaubriand, em 2006 (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Bahia e Florianópolis). E, em 2010, na mostra individual Arredores e rastros, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

 
Elisa Bracher
São Paulo, SP, 1965

Sem título, 2011
gravura em metal nas duas faces sobre papel Hannemuller. 320g. 30 x 90cm.

Graduada em artes pela Faap (São Paulo, 1989), também estudou gravura em metal com Evandro Carlos Jardim. Escultora, gravadora e desenhista, tornou-se fortemente conhecida no meio escultórico pelas obras de grandes dimensões em madeira, metal e pedra. Participou da VII e VIII Mostra de Gravura da Cidade de Curitiba (1988 e 1990). Nesta última, foi contemplada com o Prêmio Aquisição. No XII Salão Nacional de Artes Plásticas, logrou a Medalha Miró/Picasso, concedida pela Unesco, no Prêmio Brasília de Artes Plásticas. O livro Madeira sobre madeira, com texto do crítico de arte e historiador Rodrigo Naves, foi publicado em 1998, abordando, especificamente, parte de sua produção artística.
Edição esgotada

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Clube 5

Cabelo
Cachoeiro de Itapemirim, ES, 1967

Sem título, 2013, serigrafia sobre tecido, 45 x 33,8cm.

Poeta, músico e artista plástico, considera seus desenhos, performances, esculturas, objetos e instalações, como manifestações da poesia.

Em muitas de suas obras utiliza a música, seja ela improvisada com um microfone no Largo da Carioca, ou com uma banda no palco de um teatro, transformando em rap poemas como O Crepúsculo Vespertino, de Charles Baudelaire. Também, em colaboração com músicos, faz trilhas sonoras que integram instalações.

Algumas exposições: Humúsica, no l, em 2012; Sounds Like Light, Galeria Marilia Razuk, SP, em 2012; Cabelo apresenta MC Fininho e DJ Barbante no Baile Funk (Gentil) Carioca, A Gentil Carioca, em 2011; No jardim dos jardins ambulantes, Carpe Diem, Lisboa, em 2010; Imediações de Monte Basura, Centre D’Art Santa Monica, Barcelona, em 2005; 26ª Bienal de São Paulo, em 2004; How Latitudes Become Forms, Walker Art Center, Minneapolis, em 2003/2004; X Documenta de Kassel, em 1997.

Eduardo Berliner
Rio de Janeiro, RJ, 1978

Raposa, 2013, gravura em metal sobre papel Arches Hot pressed 640g, 29,5 x 39cm.

Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formado em Desenho industrial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, cursou Mestrado em Tipografia pela Universidade de Reading, Reino Unido, e estudou arte com o professor Charles Watson.

“Meu trabalho é sempre reativo ao contexto que estou inserido. A paisagem, a arquitetura, resíduos da cultura e relações humanas são reconfigurados através de narrativas pessoais, memórias e pelo próprio processo de trabalho através de diversos meios.”

Participou recentemente da 30ª Bienal de São Paulo e da Bienal de Curitiba, e foi finalista do Pipa, em 2011; e vencedor do prêmio Marcantonio Vilaça, em 2010. Expôs individualmente no Centro Cultural Banco do Brasil, RJ, em 2013; e na Casa Triângulo, SP, em 2010.

Seus trabalhos fazemparte das coleções Saatchi, Grã-Bretanha; Patricia Phelps de Cisneros, Nova York, EUA; Estrellita B. Brodsky, Nova York, EUA; Bob and Renee

Drake Collection, Wassenaar, Holanda; Coleção Banco Itaú S.A., SP, Brasil; Coleção Gilberto Chateaubriand l; Museu de Arte Moderna de São Paulo; e Museu de Arte do Rio.

Tatiana Blass
São Paulo, SP, 1979

Noite, 2013, serigrafia em papel Hahnemühle Passepartout 300g/m2, 30 x 40cm.

Tatiana Blass vive e trabalha em São Paulo. Bacharel em Artes Plásticas pela UNESP, é artista plástica que faz pinturas, vídeos, esculturas e instalações. Começou a desenvolver seu trabalho em 1998, quando passou a participar regularmente de salões, mostras em ateliês, exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Participou da 29ª Bienal Internacional de São Paulo. Foi finalista do prêmio Nam June Paik Award, na Alemanha. Foi contemplada pelo programa Grants & Commissions, da Cisneros Fontanals Art Foundation, em Miami. Em 2011, ganhou o Prêmio Pipa pelo voto popular e voto do júri pelo conjunto de sua obra, como parte do prêmio, fez uma residência artística no Gasworks, em Londres.

Dentre suas exposições individuais, destacam-se as produzidas na Galeria Millan, SP, que a representa; no Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa; Penélope, Capela do Morumbi, SP; Fim de partida, CCBB, RJ; Cão cego, MAM Bahia; Zona morta, Ceuma, SP; no Centro Cultural São Paulo e na Fundação Joaquim Nabuco, PE. Nas exposições coletivas de que participou destacam-se: em 2013, Blind Field, Illinois, EUA; em 2012, Brazilian Art, White Box Museum of Art, Pequim, China; em 2011, finalistas do Prêmio Pipa e Terceira metade, ambas no l; em 2010, 29ª Bienal de São Paulo; em 2008, Beneath the Bridge, na galeria Pablo’s Birthday, NY, EUA; em 2007, 14º Salão da Bahia, no MAM Bahia; em 2006, Geração da Virada, Instituto Tomie Ohtake, SP; Rumos artes visuais, realizada pelo Itaú Cultural.

A artista possui obras nas coleções Cifo, Miami, EUA; Fundação Joaquim Nabuco, PE; Instituto Figueiredo Ferraz, SP; Itaú Cultural; MAM Bahia; MAM SP; l; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Sesc SP, entre outras.

Raul Mourão
Rio de Janeiro, RJ, 1967

Seta de rua (para Barros, Bulcão, Colares e Volpi) – Composição 3 por 3, 2012, impressão por dispersão de pigmento mineral sobre papel Hahnemühle 350g/m2, 100% algodão, 42 x 59,4cm.

Estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e expõe seu trabalho desde 1991. Sua obra abrange a produção de desenhos, gravuras, pinturas, esculturas, vídeos, fotografias, textos, instalações e performances.

Suas peças desenvolvem um vocabulário plástico com elementos da visualidade urbana, deslocados de seu contexto usual. Entre eles, há referências ao esporte, à arquitetura, aos botequins e à sinalização de obras públicas.

Em 2010, iniciou sua série de esculturas cinéticas, exibidas nas exposições individuais: Tração animal, no l; Homenagem ao cubo e Chão, parede e gente, na Lurixs Arte Contemporânea, RJ; Toque devagar, na Praça Tiradentes, RJ; Balanço geral, no Atelier Subterrânea, RS; e Cuidado quente, na Galeria Nara Roesler, SP.

Possui obras nas seguintes coleções públicas: Itaú Cultural, SP; Museu de Arte Contemporânea de Niterói, RJ; Museu de Arte do Rio, RJ; Coleção Gilberto Chateaubriand l, RJ; ASU Art Museum e Brazil Golden Art.

Eduardo Coimbra
Rio de Janeiro, RJ, 1955

Situação Espacial 2m, 2011/2014, pintura automotiva sobre MDF, 30 x 30 x 2,7cm

Graduado em engenharia elétrica pela PUC Rio, fez pós-graduação em História da Arte e Arquitetura no Brasil, também na PUC Rio. Iniciou sua carreira no começo dos anos 1990, com trabalhos em que objetos familiares eram resgatados do anonimato através do uso de pequenos motores, circuitos luminosos e mecanismos elétricos. Ao longo dos anos, contudo, o foco da ação do artista tem se deslocado gradualmente para trabalhos que se relacionam com o espaço.

A partir de 2000, a proximidade com a arquitetura e as pesquisas de registro, conceituação e recriação da paisagem, geraram trabalhos fotográficos, desenhos, esculturas, instalações em espaços institucionais, maquetes e projetos para o espaço público.

Já realizou mostras individuais e participou de coletivas em instituições e galerias em diversas partes do Brasil, em vários países da Europa e nos Estados Unidos. Entre elas, as

coletivas: Século XX: Arte do Brasil, em Lisboa (2000), III Bienal do Mercosul (2001), em Porto Alegre; Panorama da Arte Brasileira (2001), em São Paulo; e a 29ª Bienal de São Paulo (2010). Entre os trabalhos individuais destacam-se: Natureza da Paisagem (2007), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Passarela (2008), no Museu do Açude, no Rio de Janeiro; Projeto para o Palácio Capanema (2010), no Rio de Janeiro (vencedor do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2010); e Museu:observatório (2011), no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte. Entre os trabalhos no espaço público destacam-se:

Nuvem que já foi apresentado no Rio de Janeiro (2008), em São Paulo (2012) e em Moscou (2013); e 2 Esculturas (2013), instalado na Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro.

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