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Artevida (política)

19 de Julho a 21 de Setembro de 2014

A exposição artevida explora a relação entre arte e vida nos anos 1950, 1960, 1970 e início da década de 1980, tendo as práticas de arte brasileiras e, particularmente do Rio de Janeiro, como ponto de partida [como as de Lygia Clark, Hélio Oiticica e Lygia Pape, entre outros].

artevida não tenta escrever uma história única, coerente, nem rastrear genealogias entre artistas, tampouco pretende identificar antecessores e predecessores, e muito menos ser enciclopédica. A mostra se propõe conectar e ler certas práticas artísticas deste período através de conceitos, referências e estruturas diversos, extraindo ligações e correspondência pelas  narrativas múltiplas e, desta maneira, desafiar cânones históricos.

artevida é mais fragmentada do que monolítica, mais provisória do que definitiva. Na busca de narrativas plurais e abertas que desenvolvam diálogos entre obras e documentos, a exposição tem foco em artistas que trabalham no hemisfério sul, bem como em artistas do sexo feminino.

A mostra está dividida em dois segmentos principais: 

artevida: corpo, na Casa França-Brasil, compreende subseções como o autorretrato, o corte e o corpo em transformação; a linha orgânica e a trama como uma alternativa à ortodoxia da abstração geometria; obras interativas e articuladas, como os Bichos de Lygia Clark; e artevida: política, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com trabalhos feitos sob ou em resistência a regimes autoritários e segregacionistas, em torno de temas como racismo e feminismo, democracia e eleições, mapas e bandeiras, guerra e violência, golpes e revoluções.

Além dos dois segmentos acima, o evento tem:

artevida: biblioteca, na recém-aberta Biblioteca Parque Estadual, que contará com o arquivo de Paulo Bruscky, com cerca de 60.000 documentos recolhidos pelo artista, baseado em Recife, desde a década de 1960. Este arquivo será ativado através de sua pesquisa e documentação, e diferentes montagens de seleções de seus elementos serão exibidas durante a exposição, e artevida: parque, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, terá trabalhos dentro do palacete e ao ar livre. Georges Adéagbo, artista do Benin, apresentará obra comissionada pelo evento, nas Cavalariças.

A Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, idealizou e é organizadora do projeto artevida, com curadoria de Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura. Este projeto foi pensado especialmente para ocupar o Parque Lage, Biblioteca Estadual, Casa França Brasil, e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

 

artevida pauta-se na necessidade de oferecer ao público um grande evento de arte contemporânea internacional, marcado por reflexões críticas e investigativas, algo inédito no Estado do Rio de Janeiro – Brasil.

 

Nesse contexto, o projeto artevida pretende oferecer a primeira articulação em formato de exposição, publicação e um seminário desse dialogo entre a arte dos anos 50, 60 e 70 do Rio de Janeiro e a arte internacional.

 

0 produtor cultural Mauro Saraiva da ENDORA Arte Produções do grupo Tisara será o responsável por coordenar e executar a produção do projeto artevida com as devidas publicações.

 

Acompanha artevida um guia abrangente sobre o evento, a ser lançado em 27 de junho, e, posteriormente, um catálogo fartamente ilustrado com vistas das exposições montadas e contribuições do seminário.

 

artevida (corpo) – Casa França Brasil

27 de junho – 21 de setembro, 2014

artevida (biblioteca) – Biblioteca do Estado do Rio de Janeiro

27 de junho – 21 de setembro, 2014 – Paulo Bruscky

21 e 22 de julho – Seminário

artevida (parque) – Escola de Artes Visuais do Parque Lage

27 de junho – 21 de setembro, 2014 – Palacete

19 de julho – 21 de setembro, 2014 – Cavalariças

artevida (política) – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

19 de julho – 21 de setembro, 2014

 

Acompanha artevida um guia abrangente sobre o evento, a ser lançado em 27 de junho, e, posteriormente, um catálogo fartamente ilustrado com vistas das exposições montadas e contribuições do seminário.

 

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